Going cruelty-free

Em mais um capítulo dessa fase “vivendo com um propósito”, comecei a perceber que havia algo de errado na minha coleção de maquiagens. “Algo”, não! “Algos”, muitos “algos”.

Primeiro, a quantidade. Ok que eu sou uma verdadeira vi-ci-a-da por maquiagem, adoro experimentar novos produtos, texturas e cores, além de usar maquiagem quase que diariamente. Mas com a quantidade de coisas que eu possuo, fica impossível usar tudo até o final e os produtos acabam passando da validade antes mesmo de serem usados alguns pares de vezes… Resultado? Lá vou eu contribuir para aumentar ainda mais o lixo deste mundo (como se já não houvesse o suficiente).

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Consumo consciente: de onde vêm as suas coisas

Com a limpa feita no armário e a “doutrinação” diária que venho adotando recentemente no sentido de ter uma postura mais consciente em relação ao consumo e à minha relação com as coisas, uma das linhas dessa postura diz respeito à origem das coisas que consumimos. Começou com as roupas e depois fui passando a pensar melhor na origem dos produtos de beleza, higiene e até mesmo dos equipamentos e demais utensílios que temos em casa.

Não é de hoje que sabemos das condições de semi-escravidão (ou até mesmo escravidão) em que vivem muitas pessoas, inclusive crianças, que trabalham em inúmeras confecções de roupas mundo afora. Por isso, você sabe a origem da roupa que você está usando hoje?

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Viver mais com menos

Desde estes últimos post aqui e aqui, vim pensando bastante no caminho que a vida vinha tomando e no caminho que também o país está tomando. Nestes últimos meses, durante o processo de recuperação da minha mini crise financeira (“mini” considerando o cenário macro da crise financeira em que todos vivemos, mas uma MEGA crise, considerando apenas o meu mundinho), comecei a me questionar mais sobre se algo “realmente vale a pena”. Não vou negar que Marie Kondo realmente me ajudou nesse processo.

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