Das aventura de “go green”

Nessa onda de passar a usar apenas produtos cruelty-free (ou seja, de marcas que não realizam testes em animais e que utilizam materiais de fornecedores que também não testam), passei a prestar mais atenção à composição dos produtos também. Isso porquê os blogs e sites de produtos cruelty-free também trazem toda uma onda de produtos veganos e naturais. Uma coisa passa a puxar a outra e você vai se interessando cada vez mais por essa área (e se aterrorizando com algumas boas verdades também…). Comecei, então, a ficar muito, mas muito, impressionada com a quantidade de produtos químicos que a gente coloca na pele todos os dias!

Logo eu, uma beauty junkie (aparentemente, espero) incurável, comecei a ficar horrorizada com o que estava descobrindo sobre o até então lindo e maravilhoso mundo das maquiagens…

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Sobre as meias verdades que enganam a gente

O mundo é cheio de “verdades”, principalmente quando o assunto é sua vida. E essas “verdades” parecem se multiplicar quando você é mulher e está no início da carreira. Eu vivia numa luta interna constante porque, afinal, à medida que os anos iam passando, essas “verdades” que sempre nos contavam não condiziam muito com a realidade da vida. Será que era só EU a azarada?? Será que era só comigo que a vida vivia pregando peças e bagunçando todo o meu planejamento de vida toda hora com incontáveis imprevistos?

Até que no início deste ano, lendo um artigo no Linkedin Pulse (sempre boas leituras), comprei e comecei a ler “Unfinished Business“, escrito por Anne-Marie Slaughter, advogada internacional, analista de política externa, cientista social e ex-diretora do gabinete da Hillary Clinton quando esta era Secretária de estado dos EUA (pouca coisa, né?). Naquele momento da minha vida foi tipo propaganda das Organizações Tabajara (nossa! tô velha!) e veio um “Seus ‘pobrema’ se acabaram”. Afinal, não! eu não era a única remando contra a maré, me recusando a repetir no trabalho um comportamento totalmente masculino para que eu pudesse ser considerada pelos chefes. Eu não era doida em pensar que, se um dia tiver filhos, não vou querer “terceirizar” a criação e educação deles, sendo apenas uma figurante. Eu não era uma “feminista-revoltadinha-sem-razão” porque ficava revoltada quando escutava, numa reunião, um outro diretor falando para o meu diretor “até que enfim que você trouxe gente bonita para essa reunião”.

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