Project 10 Pan: Winter 2017/2018

Definitivamente, uma das melhores formas de conviver melhor com a decisão de diminuir a quantidade de coisas que compramos é efetivamente usar o que temos.

Quantas coisas ficam no fundo do armário só porque, simplesmente, a gente não explorou todo o potencial dela? Não sei quanto a vocês, mas eu era super assim: comprava um milhão de coisas mas, no final, sempre tinha o mesmo uniforme. Isso valia para roupas, acessórios, calçados, maquiagem, skincare… Tudo! Inclusive comida, por incrível que pareça! (quantas comidas diferentes eu já comprei e nunca cozinhei?)

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Sobre as meias verdades que enganam a gente

O mundo é cheio de “verdades”, principalmente quando o assunto é a SUA vida (vindo dos outros, claro). E essas “verdades” parecem se multiplicar quando você é mulher e está no início da carreira. Eu vivia numa luta interna constante porque, afinal, à medida que os anos iam passando, essas “verdades” que sempre nos contavam não condiziam muito com a realidade da vida. Será que era só EU a azarada?? Será que era só comigo que a vida vivia pregando peças e bagunçando todo o meu planejamento de vida toda hora com incontáveis imprevistos?

Até que no início deste ano, lendo um artigo no Linkedin Pulse (sempre boas leituras), comprei e comecei a ler “Unfinished Business“, escrito por Anne-Marie Slaughter, advogada internacional, analista de política externa, cientista social e ex-diretora do gabinete da Hillary Clinton quando esta era Secretária de estado dos EUA (pouca coisa). Naquele momento da minha vida foi tipo propaganda das Organizações Tabajara (nossa! tô velha!) e veio um “Seus ‘pobrema’ se acabaram”. Afinal, não! eu não era a única remando contra a maré, me recusando a repetir no trabalho um comportamento totalmente masculino para que eu pudesse ser considerada como alguma coisa com o mínimo de potencial pelos chefes (todos homens, claro). Eu não era doida em pensar que, se um dia tiver filhos, não vou querer “terceirizar” a criação e educação deles, sendo apenas uma figurante. Eu não era uma “feminista-revoltadinha-sem-razão” porque ficava revoltada quando escutava, numa reunião, um homem da outra parte falando para o diretor da minha empresa “até que enfim que você trouxe gente bonita para essa reunião”.

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Beauté S.A. 3.3

E foi então que eu decidi recomeçar…

A idéia do Beauté S.A. surgiu já há alguns anos, bem no finzinho dos meus 20’s. Uma pitada de desilusão profissional, misturada com um sentimento de “que raios estou fazendo da minha vida” e uma sensação de que eu tinha muita coisa, mas não tinha nada. Resolvi colocar tudo na tela do computador.

Quase quatro anos depois, a idéia do Beauté S.A. ainda persiste, mas seu formato mudou muito na minha cabeça desde então. E é por isso que eu resolvi recomeçar.

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