Sobre as meias-verdades que também são contadas para eles

Para acabar de vez com todos os mitos que envolvem as mulheres e o seu papel, é preciso que tantos outros mitos que atingem diretamente os homens sejam quebrados (e é por isso que feminismo não é somente em benefício apenas das mulheres, mas também dos homens e de toda a sociedade).

Certamente você já escutou de alguém que um determinado tema é “assuntos de menina”, enquanto outro é “assuntos de menino”. E qualquer coisa que fuja disso, é tido como anormal e estranho. Acontece que essas idéias não se encaixam mais tão perfeitamente com a nova dinâmica social e familiar desses nossos anos dois-mil-e-poucos. As relações de trabalho e familiar são completamente diferentes das que existiam quando alguns padrões de comportamento foram criados. Pelo visto, já está mais que na hora da gente deixar todas essas velhas idéias bem no fundo do baú de recordações das avós…

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Sobre as meias verdades que enganam a gente

O mundo é cheio de “verdades”, principalmente quando o assunto é sua vida. E essas “verdades” parecem se multiplicar quando você é mulher e está no início da carreira. Eu vivia numa luta interna constante porque, afinal, à medida que os anos iam passando, essas “verdades” que sempre nos contavam não condiziam muito com a realidade da vida. Será que era só EU a azarada?? Será que era só comigo que a vida vivia pregando peças e bagunçando todo o meu planejamento de vida toda hora com incontáveis imprevistos?

Até que no início deste ano, lendo um artigo no Linkedin Pulse (sempre boas leituras), comprei e comecei a ler “Unfinished Business“, escrito por Anne-Marie Slaughter, advogada internacional, analista de política externa, cientista social e ex-diretora do gabinete da Hillary Clinton quando esta era Secretária de estado dos EUA (pouca coisa, né?). Naquele momento da minha vida foi tipo propaganda das Organizações Tabajara (nossa! tô velha!) e veio um “Seus ‘pobrema’ se acabaram”. Afinal, não! eu não era a única remando contra a maré, me recusando a repetir no trabalho um comportamento totalmente masculino para que eu pudesse ser considerada pelos chefes. Eu não era doida em pensar que, se um dia tiver filhos, não vou querer “terceirizar” a criação e educação deles, sendo apenas uma figurante. Eu não era uma “feminista-revoltadinha-sem-razão” porque ficava revoltada quando escutava, numa reunião, um outro diretor falando para o meu diretor “até que enfim que você trouxe gente bonita para essa reunião”.

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Sendo mulher em entrevistas de emprego

Ser mulher, trabalhar fora, ter mais de 25 anos e ser recém-casada, é um prato cheio para que superiores e Departamentos de RH bombardeiem com perguntas de foro íntimo como “quando pretende ter um filho”, “nem pense em ter um filho agora” ou até mesmo um impensável “você parou de tomar pílula?” (como se alguma vez você tivesse reportado ao RH qual método anti-concepcional você utilizava…).

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Campanha fofa

Depois do Super Bowl, que aconteceu domingo passado, dia 7, todo mundo só falava do show da Beyoncé. Confesso que ainda nem vi o show, mas o que me chamou a atenção mesmo foi um anúncio que vi enquanto estava em Nova York, nessa mesma semana (ok, ok, quem sou eu, loka, que vou para NY e não assiste o Super Bowl? Toda errada mesmo, eu sei! hihi).

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Rising Stars

Uma das piores coisas de ser mulher e trabalhar no ambiente corporativo é sentir que, por mais capaz que você seja, você nunca conseguirá fazer com que seu chefe enxergue em você o novo “ele” (porque, bem… você é “menina”). As mulheres hoje estão em grande número, ocupando as mais diversas funções. No entanto, quanto mais alto o nível na hierarquia, mais escassas elas são.

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